Antiguidades Egípcias

Grande Esfinge de Tânis

Grande Esfinge de Tânis

4 minutos Grande Esfinge de Tânis ou “Grand Sphinx de Tânis” é uma das maiores esculturas conservada fora do Egito, descoberta em 1825 pelo egiptólogo e cônsul inglês, Henry Salt (1780-1827), nas ruínas do Templo de Amon-Rá, na cidade de Tânis, antiga capital do baixo Egito, na XXI dinastia (1070 a 945 a.C.) e XXII dinastia (945 a 712 a.C.). Adquirido em 1826, pelo Museu do Louvre, graças a Jean-François Champollion (1790-1832), egiptólogo francês, conservador do Louvre, 1° homem a decifrar os hieróglifos, e Continue lendo

Punhal de Gebel el-Arak

Punhal de Gebel el-Arak

4 minutos Departamento das Antiguidades Egipcianas. Cabo em marfim (canino de hipopótamo) e Lâmina de sílex (rocha sedimentar silicatada). Ala Sully, nível 1, sala 633, vitrine 1. “Punhal de Gebel el-Arak” ou em francês: “Poignard du Gebel el-Arak”, de 25,50 cm de comprimento foi datada sendo do período pre-dinástico de Nacada II, por volta de 3300 a.C. a 3200 a.C. Foi comprada em 1914, no Cairo, (Egito), pelo arqueólogo francês George Aaron Benedite, (1857-1926), em nome do Museu do Louvre. O vendedor no ato da Continue lendo

Grande estátua do chanceler Nakhti

Grande estátua do chanceler Nakhti

3 minutos Departamento das Antiguidades Egipcianas. Altura: 1,78 m ; Largura: 0,49 m; Profundidade: 1,10 m. Ala Sully, nível 1, sala 636, vitrine 8. “Grande estátua do chanceler Nakhti” ou em francês: “Grande statue du chancelier Nakhti” é uma estátua realizada entre 1950 a.C. e 1.900 a.C., a partir de um único um tronco de madeira da acácia, representando o chanceler Nakhti, do início da 12° dinastia do Império Médio do Egito. História: Encontrada em 1903, por uma equipe de arqueólogos franceses que faziam Continue lendo

Amenófis IV ou Akhenaton

Amenófis IV ou Akhenaton

3 minutos Amenófis IV ou Akhenaton, filho de Amenófis III e Tié (Tiyi), subiu ao trono entre 1352 (ou 1351 a.C). a 1336 (ou 1334 a.C.). Teve como esposa principal Nefertiti, e esposa secundária Kiya, que segundo alguns historiadores seria mãe do famoso Tutancâmon. Faraó da XVIII dinastia do Egito, durante o seu reinado, (1352 a 1336 a.C. ou 1351 a 1334 a. C) mudou o seu nome de Amenófis IV para Akhenaton, ao impôr o culto do deus solar Rá (ou Ré), cuja manifestação Continue lendo